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Cirurgia plástica - diferencial competitivo será cocriar uma experiência única para o cliente paciente

Uma das maiores operadoras de saúde do Brasil, anunciou no mês passado, que iria descredenciar alguns hospitais de sua rede de atendimentos. Dentre esses hospitais estariam os mais renomados do país. Por Dr. Leo Aguiar O que muitos podem pensar é que o motivo dessa descredenciamento seria devido unicamente à problemas ou questões relacionadas ao resultado do serviço prestado. A questão é muito mais profunda e reflete um momento de mudança de mindset e de paradigma. Uma disruptura dos modelos de remuneração do sistema atual. Segundo a reportagem, os hospitais descredenciados resistiram a abandonar a chamada remuneração por serviço (fee for service, no jargão do setor). Nesse modelo, o hospital recebe do plano por cada procedimento realizado no paciente, como exames e curativos. A operadora argumenta que esse modelo incentiva a oferta de procedimentos desnecessários, causando desperdícios e levando a uma assistência médica inadequada. Há uma tendência de migração do fee for service para fee for value, ou seja, pagamento baseado em valor. A essência aqui do debate é sobre como cuidar verdadeiramente do paciente, de como entregar valor dentro do cuidado. Quando me refiro a valor, não se trata apenas no sentido financeiro, mas algo além, e que tem uma profunda relação com a integralidade da experiência do paciente dentro de sua jornada de consumidor de um serviço prestado por uma empresa de saúde. Se isso parece tão óbvio e simples de se resolver, então por que estamos debatendo isso agora? Vivemos um momento de transição, de confronto de idéias entre os antigos modelos e os novos modelos trazidos pela novas gerações. Acontece que a maior parte dos novos tomadores de decisão do ecossistema de saúde já entendem que o momento é outro, que entregar um excelente serviço com qualidade e segurança é o mínimo que podem fazer pelos seus clientes e que o grande diferencial competitivo é a sua capacidade de entregar valor durante todos os pontos de contatos da jornada do paciente. Porém, antes de falarmos de um serviço de saúde que remunere sobre o valor do serviço prestado, precisamos entender o que é valor na sua essência. Segundo um estudo realizado pela universidade de Utah, onde foram entrevistados médicos e pacientes sobre questões que envolvem a percepção de valor do sistema de saúde, as combinações das respostas dos pacientes foram comparadas com as combinações escolhidas pelos médicos e o resultado mostrou que elas foram diferentes em 90% das vezes. Os pacientes querem participar das decisões a respeito de sua vida cocriando seu processo de saúde. Para a maior parte dos gestores de saúde, existe uma fórmula dura e fria sobre Valor. Valor para o paciente = Desfecho/ Custo, porém essa é um forma muito simplista de entender algo tão complexo como o sistema de saúde. O mundo não é como nós enxergamos. Na verdade, nós enxergamos o mundo como nós somos, e nesse ponto existe um viés cognitivo que limita nossa percepção da verdadeira realidade. A partir dessa nova percepção de realidade, mais e mais pessoas irão entender e estudar o sistema de saúde como um sistema complexo e adaptativo, nos mesmos modelos utilizados pelo centro de saúde global da Universidade de York e utilizado por Joi Ito, do MIT Media Lab, em sua dissertação de PHD chamada a “A Prática da Mudança”. Hoje, podemos entender valor para o paciente como a cocriação de sua experiência de saúde, em que os conceitos defendidos por Prahalad definem o futuro da competição. Então surge o conceito de valor futuro, exemplificado nessa fórmula da EY, em que Valor é igual a Inovação elevada aos Dados. Inovação pode ser entendida pela adaptação dos conceitos do quadruple AIM, onde é necessário ter resultados (para as pessoas, profissionais de saúde, pagadores e gestores ) e esses resultados precisam ser personalizados – por meio de uma medicina participatória, de precisão, preditiva e que seja proativa – e os dados servem para ser conectados, combinados e compartilhados. Dados são as informações obtidas através de aparelhos que digitalizaram a nossa vida; são indicadores, OKR, e métricas de performance. Tudo que pode ser medido pode ser melhorado. Porém, precisamos medir através de aparelhos inovadores, conectar e combinar com as informações que possuímos para gerar insigths e soluções que podem ser compartilhadas. No final do dia a mensagem final que fica é: Utilizamos a Inovação e os Dados para entregar a melhor experiencia para nosso paciente. Simples assim. A tecnologia é uma ferramenta para coletar dados, para podermos conectar esses dados e combiná-los para que possamos compartilhar com todos os profissionais que impactam a jornada dos pacientes. Com o entendimento desses dados, poderemos tomar melhores e mais efetivas decisões para entregar uma experiência personalizada e de grande valor para todos os 4 pilares do quadruple AIM, principalmente e inclusive os pacientes. E assim serão as novas formas de remuneração e contratação hospitais. Um grande exemplo dessa transformação aconteceu no Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo, e que hoje se chama Hospital do Amor e também no Instituto São Joséem Florianópolis. O Futuro da Medicina e da Saúde – como um sistema complexo e adptativo – é pós digital, baseado em relações humanas com foco na empatia e no cuidado, com muito amor. Prover uma jornada incrível em qualquer área da saúde é agora parte da estratégia do sucesso e o grande diferencial competitivo entre os hospitais. A experiência aqui é do cliente, não só do paciente. E esse cliente está pronto para ser surpreendido. A questão é saber se você e sua empresa estão preparados para prover essa jornada. No CX Day iremos abordar o sucesso da experiência do cliente e como poderemos criar experiências de valor para todos. Esse meeting é sobre Customer Experience, e como gestores e todas as áreas de empresas e instituições de saúde podem criar experiências de valor que gerem impacto positivo para todos os seus clientes. O Futuro das Coisas estará presente no CX Day. Será uma manhã inteira para conhecermos os novos clientes da saúde e seus conceitos de valor e sucesso; as ferramentas e soluções realmente inovadoras que vêm transformando a experiência do atual consumidor e pitchesdos gestores de empresas de saúde com práticas exitosas e com foco na experiência do cliente. Crédito da imagem da capa: Catello Gragnaniello Fonte: O Futuro das Coisas – Leia o artigo na íntegra em https://ofuturodascoisas.com/o-diferencial-competitivo-sera-cocriar-uma-experiencia-unica-para-o-cliente-paciente/

Cirurgia plástica: tema pele

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Pela proposta, unidades públicas ou conveniadas ao SUS e planos de saúde deverão realizar esse tipo de procedimento O Senado aprovou nesta quarta-feira (8) um projeto que assegura a mulheres vítimas de câncer de mama a realização, em unidades públicas ou conveniadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), de cirurgia para garantir a simetria dos seios. O projeto, que tem origem na Câmara, foi alterado pela relatora da proposta no Senado, Marta Suplicy (PMDB-SP), e, por isso, precisa ser reexaminado pelos deputados. Depois da nova análise, se aprovada, a proposta seguirá para sanção presidencial. Atualmente, a legislação estabelece que o SUS deve oferecer cirurgia plástica reconstrutiva de seio a mulheres que sofrerem mutilação total ou parcial de mama, decorrente de utilização de técnica de tratamento de câncer. “A mama reconstruída, contudo, nunca será igual à mama que foi removida. Nesse sentido, procedimentos de redução, elevação ou aumento podem ser indicados para a mama oposta, de forma a manter a simetria entre elas”, argumentou Marta Suplicy. O relatório da peemedebista acrescentou ao projeto a previsão de que planos e seguros privados de saúde também deverão cobrir a cirurgia de simetrização de mamas. “A reconstrução da mama e a simetrização da mama contralateral são procedimentos recompensadores para a mulher que sofreu mastectomia, com impactos extremamente positivos na autoestima, autoconfiança e qualidade de vida”, justificou a relatora.   FONTE: Gazetaweb ...
Com o passar do tempo e a ação de agentes externos (tabaco, stress, excessiva exposição solar…) a nossa pele perde a sua elasticidade e começa a aparecer a temida flacidez. Para melhorar este problema surgem novos tratamentos e entre eles temos a destacar os fios tensores, também denominados “fios mágicos”, “fios japoneses”, “fios de bioestimulação cutânea”. Estes fios tensores, mágicos ou revitalizantes são compostos por polidioxanona, um material reabsorvível, biocompatível e estéril, usado anteriormente em cirurgia cardíaca por ser uma sutura que entre as suas ações incluía o feito de potenciar a coesão celular. Estão indicados para melhorar a flacidez leve a moderada, e inclusive para prevenir a aparição da mesma, pelo que é uma técnica que se costuma utilizar a partir de uma idade aproximadamente de 35 anos. Com eles, podemos melhorar o óvalo facial, o sulco nasogeniano e linha da amargura, bem como elevar bochechas e sobrancelhas; a nível corporal ajuda-nos no tratamento do abdómen, glúteos, parte interna de braços e coxas. O tratamento consiste na implantação de fios no tecido subcutâneo, formando uma rede que será substituída pelo próprio colagénio, gerando uma tensão que melhorará a flacidez e a luminosidade da pele. Os fios terão distintas espessuras e longitudes segundo a zona facial ou corporal a tratar. O resultado começa a ser visível logo a partir da realização do tratamento, mantendo-se de 12 a 18 meses dependendo de paciente para paciente. Após este tempo podem-se realizar retoques, implantando um pequeno número destes fios para manter e melhorar os resultados obtidos. Está contraindicado em casos de infeção na zona do tratamento, doenças autoimunes, doenças que afetem a produção de colagénio, diabetes não controlada, doenças coronárias agudas, cancros em fase ativa e claro gravidez e amamentação. Os possíveis efeitos adversos que poderão surgir são hematomas e algum incómodo ligeiro que desaparece nos primeiros dias e de forma excecional inflamação e infeção local. A implantação dos fios tensores é compatível com a realização de outros tratamentos como peeling, bioestimulação com plasma rico em plaquetas, infiltração de ácido hialurónico, IPL… Contudo, cada paciente deve ser avaliado pelos profissionais da Unidade Médica de Tratamentos Anti-Idade da Corporación Dermoestética para realizar uma correta assessoria recomendando em cada caso o tratamento mais adequado. Dra. Juana Deltell – Corporación Dermoestética O post Conhece os Fios tensores ou Fios mágicos? aparece primeiro no Corporación Dermoestetica. ...
Você pega a lista de prioridades e começa a conferir:   - Lista de possíveis cirurgiões certificados pela SBCP? Confirmado. - Pesquisar sobre cirurgia plástica para tirar dúvidas e estar bem informado? Confirmado. - Buscar instalações credenciadas para fazer a cirurgia? Confirmado.     Depois de completar a lista é hora de dar o próximo passo e marcar consultas com os cirurgiões selecionados. Mas antes de escolher um e realizar a cirurgia é importante saber que cirurgiões responsáveis também têm uma lista de requisitos a serem preenchidos pelos pacientes. Além da condição física e de saúde, também é preciso avaliar aspectos psicológicos de candidatos a cirurgias plásticas.   Veja abaixo 3 fatores que podem levar o cirurgião a recusar, gentilmente, a cirurgia plástica e entenda como isso pode ser importante para você.   O motivo é o correto? O paciente deve ter uma expectativa realista a respeito dos resultados da cirurgia plástica. Lembre-se: a cirurgia plástica deve ser feita para você mesmo e não por um motivo exterior, como uma relação amorosa ou para conseguir algo, como uma promoção no trabalho!   “Uma mulher de 40 anos entra no consultório para fazer um lifting facial porque seu marido tem um caso com uma mulher mais jovem. Eu poderia fazer a cirurgia, mas há o risco dela não atingir suas expectativas e não ficar satisfeita com o procedimento porque ele não deu o que ela desejava, que era o seu marido de volta”, exemplifica um cirurgião consultado pelo site Real Self.   Isso é uma fixação? Quanto tempo o paciente pensa sobre o assunto? Já deixou de sair para se esconder? Já faz outras cirurgias plásticas para “corrigir problemas”?   Estas perguntas são importantes e em caso de respostas afirmativas podem indicar uma obsessão em “corrigir falhas”, uma situação que pode levar a uma busca incessante por expectativas que nunca serão atingidas e provocar um sentimento de angústia constante sobre sua auto-imagem. Neste caso um acompanhamento psicológico pode ser indicado.     O paciente tem clareza do que deseja? O paciente deve refletir bastante para saber o que espera da cirurgia plástica. Chegar a uma consulta com desejos vagos, sem entender bem os resultados desejados, ou com muita certeza de que irá atingir objetivos muito específicos, como ficar com o nariz igual ao de uma celebridade, são sinais de alerta para o cirurgião.   “Eu já recebi mais de uma vez pacientes que chegam com uma referência de nariz que nunca poderão conseguir. A principal fonte de insatisfação em rinoplastias se deve a expectativas irreais”, explica outro cirurgião consultado pelo Real Self.   Fonte: Real Self. Leia a matéria completa aqui (em inglês).   Crédito das fotos: e3Learning via Compfight cc / Regis Andrade via Compfight cc ...